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Arquivo para abril, 2012



Convivemos com esses bichos por muitos anos, dizem até que amam será? É cada história cabeluda que vejo todos os dias por amor, sem amor, com o pai, mãe, filhos, com os mais próximos, e os menos próximos, quando chego perto do dito cujo, pergunto: Quem é você? Como fazia o Sócrates a mais de quatro mil anos atrás, mais continua os mesmos, ninguém sabe até a onde o bicho pode chegar e o que pode aprontar para satisfazer os seus instintos, na verdade esses que apelidamos de humanos, vem surpreendendo a cada dia, muitas vezes, o seu inimigo, ou inimiga dorme na mesma cama por muitos anos para dar o bote final, será mesmo que o bicho evoluiu depois que raspou os pelos, ou foi só para disfarçar. Esses bichos da nova era fazem tatuagem como os nossos antepassados, o que querem uma civilização retrocedendo no tempo, ou é uma nova forma de se embelezarem esdruxulamente, e os jovens de amanhã? Vão se tatuar até no berçário, essa faculdade da vida que não para de pensar, prefere ser cósmico e evoluir o seu pensar para entender os bichos que apelidaram de humanos. O amistoso procurando sempre entender o que veem se apresentando como evolução: Máquinas, bichos, robôs, transhumanos ou a inteligência artificial, ou eu estou pirando com os avanços demasiadamente. Não sei se fico raspado, cabeludo, tatuado ou entro em uma metamorfose me transformo no que? Você sabe, eu também não sei é uma loucura total. Antônio Almeida 05/04/2012.    



Estou enviando-lhe uma delicia de fumaça perfumada e quando  colocam na boca, certos indivíduos dão várias tragadas e leva até o pulmão está fumaça deliciosa é um calmante para os ansiosos que adoram e repete várias vezes por dia, e por muitos anos.
O pulmão, eu não sinto nada confortável, tenho vários sintomas que envelhece e me arruína pelo resto da minha vida, mais não vai dizer que não sente prazer, bem isso é uma opinião sua, mais  vou morrendo a cada dia que passa, e perdendo a minha força, e a cor vai ficando cada vez mais escura, e com limos encobrindo cada vez mais os dois lados, e cada dia mais fedorento.
O cigarro, eu lhe dou prazer todos os dias de sua vida e você não agradece ingrato, como posso, se estou morrendo aos poucos, não estou podendo fazer direito as minhas funções, e você sabe que são importantes para a vida humana não é? Ou ainda depois de tantas informações você não aprendeu que essa sua fumaça é responsável pala morte todos os dias de muitos humanos que pensam que sabe.
O amistoso avisa aos fumantes ansiosos que a morte está mais perto do que pensa se quiser morrer aos poucos e mais cedo, é só fumar quatro maços de cigarros por dia, é uma delicia essa tal de fumaça, quando não mata deixa o individuo com uma tosse de dá inveja aqueles que já mais fumaram em suas vidas, porque prefere preservá-la e não destruir o que é só seu, e de mais ninguém, apedeuta pense duas vezes ante de colocar um cigarro na boca.
Antônio Almeida 05/04/2012.         




A célula máxima da afirmação do ser humano, mais os que pensam que sabe, não confirma a dádiva de DEUS, enviando-lhe para uma prole que lhe dar no seu seio a vida única e preciosa, criando como filho e filha, os bens aventurados pelo nascimento de mais uma vida, que florescerá num ambiente de amor, carinho, paz, trazendo a alegria para um novo lar que se forma para dar continuidade à vida que segue o seu curso, mais nem sempre cumprem o seu papel de filho ou de filha, quando cresce cai no esquecimento do que era, do que é e do que ficou não a mais o mesmo entendimento, as palavras devem ser eternas de agradecimento, mais nos últimos tempos honrar pai e mãe, para alguns, é indiferente não pediu para nascer “apriore” e a “posteriore”, não cultivam os laços unidos por DEUS, porque não se sentem mais filhos ou filhas, não há mais a dependência e aí, deixam de referenciá-los, se afastam como se fossem bichos que quando a manada vai passando vão deixando pelo caminho, o que significou e muito, vai perdendo a sua significância de um dia de ter significado para esses seres únicos dos universos paralelos e infinitamente, é realmente difícil de entender nos tempos atuais, as reverencias do comprometimento do comprometido, antes de se tornar um ser, que veio participar da comunidade da vida e dar continuidade da prole que fica, e a que aos poucos vai desaparecendo, a distancia é cada vez maior, as palavras não são mais as mesmas, quando são crianças, são cercadas de muito amor, mas na hora de honrar os que deram a vida, se tornam um fardo, nem mesmo a suas casas são visitadas, precisam ser convidados, e leva anos para o tal convite ( não faz mais parte da prole) envelheceram e vão ficando pelo caminho como os bichos, o amistoso sem palavras.Antônio Almeida.




No século atual essas formas de cumprimentar cordialmente às pessoas são raras, porque o próximo está cada vez mais distante vivem na invisibilidade do ser, estão se distanciando mesmo morando na mesma comunidade, ou até mesmo dormindo na mesma cama, é como vivem os atuais, olham uns e para os outros com indiferença como viviam a mais de dez mil anos atrás, quando o cumprimento era o grunhindo ou urros, esses na época dos robôs, quando se conhecem rosnam como animais ou simplesmente não vê, mesmo estando junto e aí, diz, você estava bem perto de mim mais acredite, eu não lhe vi, na maior cara de pau, na verdade os bichos quando rasparam os pelos ficaram em pé de igualdade (feminino, masculino) a uma disputa  no espaço entre ambos, que confundem o respeito e a cordialidade,  mesmo com idades diferentes, nada é mais prevalecente na atual igualdade dos iguais, será? Ou eu não estou acompanhando o progresso da humanidade que caminham em direção certa ou errada, você sábio deste novo século será que sabe ou nada sabe debaixo desse arco-íris com cores exuberantes, mais, poucos olham e ver, porque a cegueira é total.
O amistoso na antiguidade querendo que os novos sejam como antes, que o cumprimento era uma forma de educação, está querendo nadar e morrer na praia.
Esse texto é dedicado a minha filha Danielle que quer tirar água de poço seco.
Antônio Almeida 18/04/2012.





Notamos que há algumas que se beneficiam da palavra para professarem o absoluto, mais, vivem no relativo da palavra e no modo de agir.
     O homem criou a religião com base na palavra de Jesus Cristo, “a nova religião”. Nos tempos modernos, o aproveitamento da palavra, por algumas religiões deixam a desejar, porque professam demasiadamente o absoluto, mais, na realidade ficam no relativo.
     Jesus é o alvo maior, mais não deveria ser propalado da formam que pregam: Com gritos, urros, fanfarras e outras formas de se expressar inadequadamente, o Mestre Jesus é o amor incondicional, a humildade, a disciplina e a ação pelo bem maior, unir os que lhes seguiam e os que ainda continuam mais de uma maneira simples, pelo o amor ao próximo sem exageros, como vemos, o uso da sua palavra é só para amealhar dinares, neste caso, temos uma igreja que em Grego significa comunidade, com brutos da palavra: Ele não foi à força e nem o ter, ele foi especificamente o ser, que é o crescimento para DEUS.
   O amistoso procurando entender os que pregam e qual é realmente a sua finalidade, porque o que se ver, é o poder através da palavra, esqueceram na ceia o que o Mestre Jesus disse com muita propriedade repartir o pão e os dinares com os menos afortunados, não sei se disse o que sabia, ou o que nada sei, mas, espero que as pregações justifiquem a palavra comunidade. Antônio Almeida 30/03/2012.



Os que pensam que sabe, diz que é a linha reta, é o que levam aos picos da gloria, será? Na realidade ela é inexistente, só na nossa imaginação é que ela existe, são nas curvas da vida com subidas e descidas, que procuramos encontrar o caminho que pode esta em uma “reta”, numa curva em cima, ou em baixo, os declives são muitas vezes assustadores para os desanuviados, que andam despencando dos penhascos, que a vida está sempre preparando para apanhar os menos preparados, que sabem ou ainda nada sabe e pensam que sabia, será?E aí, ficam com as calças na mão, e pensam que estão vestidos do conhecimento, mais, na realidade ainda não cursaram a melhor faculdade que é a da vida, neste momento em que vivemos a onde a ilusão passa ser uma “reta”, não pensam em curvas, porque é a era do tudo aparentemente fácil, na imaginação dos protegidos, dos protetores demasiadamente, nesta era da nova tecnologia do tudo fácil, e do tudo é possível, o que se nota, são as coisas retornando para aqueles que sabem, e ensina como se protegerem, trazendo para a superfície o medo primitivo e consequentemente formando humanos deficientes de sua proteção despreparada, para enfrentar o que vem um pouco mais à frente.
O amistoso tenta alertar, que a vida não começa aos trinta anos, começa desde o nascimento, criem seus filhos como humanos e não como crianças como se faz atualmente, não sou o dono da verdade e nem o dono do mundo, mais tenho a faculdade da vida também, sofrida e sofredora e sou um indissiocrata que pensa diferente. Antônio Almeida 01/04/2012.



Estou notando que na era do computador, está existindo uma carência de afetividade demasiadamente entre as pessoas, fico a pensar, o que está faltando para conjugar o verbo, será que desaprenderam? Ou pararam de pensar que existe o outro que é você? Ou não, será que estou vagando nos meus pensamentos pensando que sei, ou nada sabia para dizer, que os de hoje já não são os mesmos de ontem, vivem na individualidade do presente, os tempos mudaram, mas, o amor incondicional é o mesmo, então porque não usar as letras e transformar em palavras e multiplicar as suas ações somando e dividindo com os mais próximos, os menos próximos e até os mais distantes, nota- se o mínimo na expressão verbal, será que falta vontade para se expressar para dizer o dito que sabe vivemos na era da comunicação, mais, esqueceram, ou não apreenderam a verbalizar o dito que sabia, ou simplesmente se contenta com a palavra curtir, não representa nada do que disse que sabe, ou o que nada sabia, para as letras que falam através da palavra  esperando um diálogo mais amplo, para um melhor entendimento, para somar, dividir e multiplicar através das palavras que choram e se emocionam juntos com as letras e transbordam de felicidade quando conjugam o verbo, com ensinou o MESTRE JESUS, quando se expressou para os brutos daquela época, ( AMAI O PRÓXIMO COMO A TE MESMO).
O amistoso com seu amor incondicional, querendo mostrar que os brutos de hoje são os mesmo de ontem, só mudaram de aparência.
Antônio Almeida 15/ 04 / 2012.   
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