Categorias
Agenda
novembro 2012
S T Q Q S S D
« out   dez »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  
Telelista
Link´s

Arquivo para novembro, 2012

             

            O desencontro se encontrando antes do depois, para aliviar os seus pensamentos e preencher os seus devaneios, que são constantes, como um ser que busca avidamente ser você.

A construção do conhecimento do nosso eu, às vezes leva anos para algumas pessoas e para outras fenece sem mesmo saber a sua razão de ser.

Através da dor, tristezas e as agruras que passamos durante o nosso comprometimento do prometido, antes do depois, quando passamos a conhecer o conhecimento “a priori”, aí nasce à mulher nobre, impetuosa, impulsiva, misteriosa, mais ao mesmo tempo se transforma em uma flor como o girassol, que recebendo a luz solar, ofusca os olhos dos que tem a oportunidade de ver o desabrochar dessa flor que veio para embelezar a natureza.

Nasceste para brilhar, és iluminada como a aurora boreal, onde passa deixa o seu brilho, do antes do hoje e do depois, porque ele é eterno, e são poucas as mulheres sublimes de alma e coração, que são agraciadas com esse dom que veem do universo maior que é (DEUS).

O amistoso sente esse perfume mesmo estando distante, mas a natureza se faz presente, mesmo antes do depois, Deus fez primeiro a mulher, então tenha orgulho de ser a maior representante da natureza.

Do antes, avisaram-me e me conscientizei disto, e assim acontece a minha primeira metamorfose, no começo era quase nada, mas com o passar do tempo, fui transformando em algo maior, antes já tinha sido informado que haveria várias transformações durante um determinado período de tempo, e passou tão rápido, quando percebi já estava grande e saindo de uma brecha que mal passava a minha cabeça, apareceu alguém de branco e puxou-me para fora e me deu um choque, batendo em minha nádega, abri os olhos e constatei os primeiros alienígenas, que diziam que era um nenê lindo, quando crescer vai ser bem grande.

     No antes eu teria vindo homem, mas só me viam pequeno, mais eu já sabia o que ia fazer, só era uma questão de tempo.

     Antes da minha viagem, avisaram que veria um mundo novo e ia me encantar, mais quando as metamorfoses, no decorrer do tempo iam acontecendo ficava difícil de entender o tal mundo maravilhoso, os alienígenas que encontrava ao longo dos anos, era muito difícil a sua convivência, ( guerras, doenças, dor, preconceito, raiva, inveja e falta de solidariedade e outras coisas), que nem posso relatar.

       Nesta metamorfose atual, sei que volto com o dever cumprido, mas jamais voltarei para este mundo novo, prefiro mesmo o antes, de que o depois.

       O amistoso já comprometido com o seu retorno, deste novo para se reencontrar com um universo maior. (DEUS).

 

   São as letras se transformando em palavras para expressar o que a minha mente dita.

    Sou um apedeuta das palavras, que tenta expressar o que pensa que sabe e tenta verbalizar o dito, mais como é difícil encontrar os que sabem, para através da oralidade tentar dialogar com os de hoje, mas são raros de encontrar quem queira perder seu tempo precioso para ouvir os monossílabos, trissílabos, polissílabos e outras através das letras dizer o dito que tento fixar nos textos deste eremita, que vive sozinho na sua caverna escura que só tem um candeeiro para iluminar seus pensamentos, que muitas vezes veem antes do hoje, para o depois, é deveras solitário neste novo, em que as máquinas já antecipam até mesmo os meus pensamentos.

Sim, ou vivo fora do tempo ou ele não foi benevolente comigo, passou muito rápido e não deu tempo para o meu pensar mesmo antes do depois.

Fico a espera da mudança para usar as letras e transformar em palavras e no escuro do meu casulo fazer uma nova metamorfose e encontrar uma realidade para ser alguém e encontrar, os que possam ouvir.

    O amistoso no ser, a procura dos que professam o verbo como dizia o mestre na primeira pessoa, (eu sou a verdade e a verdade é a vida), com o seu candeeiro no escuro da noite, sem enxergar um palmo do seu nasal, a onde estou nem eu mesmo sei, e você sabe ou não?.

É a democracia dos ricos. Quem tem poder tem e quem não tem, sacode a poeira e da à volta por cima, isso se puder porque do jeito que as coisas vão daqui a alguns anos, tem muita gente que pensa que sabe, mas quando vier as tempestades vão trocar  o carrão por carrinho de mão, isso é se ainda achar no mercado porque a procura vai ser uma loucura total.

    Já mais posso acreditar em um país chamado Brasil. Aonde o congresso nacional aprova uma lei para parlamentares trabalharem apenas três dias por semana, tem povo este país, ou só tem estado, eu é que nada sei, e os que sabem batem palmas e ainda vão as urnas para que, eu é que não sabia o que todos sabem que o rio só corre para o mar, levando o que era doce só para os donos de um país que podemos chamar de (PAU BRASIL).

    Platão e Sócrates já afirmavam a mais de dois mil e quatrocentos anos, que democracia foi feita para ricos, se assim não fosse não perdurava por muitos anos porque, o povo será sempre escravo do Estado de uma forma ou de outra é só vê os bilionários que temos e os miseráveis que existem quem quer distribuir o pão, só o que o diabo amassou esse sim. Todos querem não é? Sempre foi assim dominadores e dominados.

      O amistoso continua até quando as águas baixarem será? Que um dia esse milagre vai acontecer, os brasileiros estão no atoleiro esperando o milagre dos professores isto é (se a educação e a saúde forem à prioridade para todos), esse milagre das igualdades dos desiguais, só vai acontecer daqui a quatro bilhões e meio quando o planeta terra deixar de existir.

Porque as pessoas tendem sempre para o mais fácil? Eu não entendo porque fica distante do que foi um dia, para se tornar demasiadamente difícil, e bem mais complicado.

Os que complicam o fácil, é por que querem tornar mais difícil, mesmo sendo fácil, é assim a vida daqueles que ainda não conquistaram nada, para ele tudo foi fácil mais quando o fácil se tornar difícil é porque não estava preparado para conseguir o que um dia foi tão fácil, mais o vento sopra para os dois lados, e quando acontece ao contrário, se não aprendeu a segurar o leme será bem mais difícil de comandar o barco, quando era fácil, agora terão que aprender com as dificuldades para fazer o difícil ficar fácil, as coisas da vida são assim aproveite o fácil enquanto é tempo, porque o difícil virá mais cedo ou mais tarde, sempre foi assim, portanto não complique o fácil, que lá na frente ficará bem mais difícil de alcançar, então não faça o fácil ficar difícil.

O amistoso, mesmo nos tempos dessa era nova nota ainda que as coisas vão ficando cada vez mais fáceis, deita e rola, mais quando deixam o tempo passar, e tenta recuperar, aí a coisa torna difícil, portanto aproveite o fácil, antes que ele comece a ficar bem mais difícil, mesmo antes do depois.

Para viver no hoje, e o que é o hoje? Será que eu já conheci, ou vivo sem encontrar essa incógnita do presente.

Na verdade nasci para o SER, e deparei-me com o TER e com ele sobrevivi inconscientemente e conscientemente até encontrar a verdadeira vida que é respirar e inspirar no SER, mais a luta da permanência é difícil, essa separação de longos anos vividos no (TER) antes do SER, conquistei muitas coisas, que não me sinto preparado ainda para essa separação. Muitos cantam e louvam o amor incondicional, mais acumulei tanto que fiquei cego, morri bilionário sem conhecer o que estava bem perto por muitos anos, para viver no SER, mais uma vez a junção não aconteceu, e fico sem conhecer, e vivendo no hoje, tento conhecer o antes, e viver no SER, para fazer a passagem e encontrar com o universo maior (DEUS).

O amistoso avisa que o inimigo maior do homem é ter bastante dinheiro, porque compra tudo, mais fica sem nada, tenha o suficiente para viver e conquistar você mesmo e transportar para o outro que é você, repartindo suas conquistas, seu amor incondicional, as suas lutas, suas vitórias e derrotas, que um dia lá na frente, você poderá dizer para todos. Aprendi com a vida a viver, e morri consciente de ter vivido.

No inicio é um ídolo, meu papai, papaizinho. É um ser dependente, mas quando passa dessa dependência e torna-se independente e quando consegue deixar o novo-velho já com seus cabelos brancos, mesmo antes do tempo, o tratamento vai mudando, as visitas vão ficando cada vez mais raras e quando aparecem, são rápidas não é mais prevalecente, nem mesmo convite para ir as suas casas, até o telefone é indesejável, muitos nem atende por dias às vezes até por um ano, e seus filhos vão procedendo da mesma forma de comunicação, e para ir as suas casas, é mais difícil ainda, tem que ser convidado. É assim que veem procedendo, como pós-humanos, nunca querem saber a solidão dos velhos, mas, o consolo, é que um dia também serão ou não, para sentir o que é ser pai velho, esses que chamo de pós-humanos, os que já veem com os chips sabendo o que vão ser, mesmo antes do depois, as baterias já vem carregadas, e em pouco tempo já estão funcionando, e aos poucos vão desprezando os que lhe deram uma vida, como um ser único e universal.

Na independência o TER é o responsável pelo esquecimento do que foi um dia muito dependente, mas muitos não são agradecidos à dependência que foi muito importante para a sua formação como um ser independente.

O amistoso sabe que toda a regra tem sua exceção, mais neste atual momento, poucos são a exceção da regra.

 

O de ontem, o de hoje e os nascidos e criados para o amanhã? Notamos que houve certa evolução no que era para o que é. Mas muitas coisas não seguiram essa evolução, o que se vê são agrupamentos de pessoas tão perto, mas na realidade estão cada vez mais se distanciando e individualizando-se até mesmo na família.

A tecnologia afastou do ceio e o convívio entre as pessoas, basta ligar ou usar os meios de comunicações, mãe e filhos não se abraçam com mais frequência, e a família cada vez mais se distanciando, e os sentimentos já estão desaparecendo gradativamente, os valores já são outros, com essa igualdade dos desiguais que dizem que já sabem demasiadamente, será? O calor humano ficou para trás, o afago, um abraço fraternal, um aperto de mãos, uma conversa entre amigos e outras coisas, mas o momento mesmo é o rumo para a robotização, e este homem vai desaparecendo gradativamente na sua máquina e se transformando com ela. (Pós-humano, Robô, transumano e posteriormente a inteligência artificial) será? Que é esse o caminho da humanidade, eu não sei. Mas, tento entender e fico debaixo desse arco-íris, sem saber se as águas vão subir ou baixar, o pacto foi feito há muito tempo. O amistoso tentando ser visionário, antes do depois.

Porque perdi muitos anos da minha vida para encontrar o caminho, se é que encontrei. Mas, no antes com uma mente no depois, em um berço que não era meu, no lar dos que não me deram a devida cobertura necessária para crescer. Saí pelo mundo pensando que uma andorinha só poderia fazer verão, lutei contra vários inimigos, (ansiedade, complexo, depressão e doenças) e busquei o meu caminhar para ficar em pé com dignidade, perseverança e otimismo para vencer a timidez constante e a falta de confiança para conseguir os objetivos e as metas.

Mas, não tive a base (família), para ser um vencedor de sucesso, um douto ou outro qualquer, sessenta por cento ele deve a sua família, o restante, é o querer ser e seguir em uma linha reta que consegue, mas se ficar nas curvas sinuosas da vida, vai nadar e morrer na praia.

Este criado do Criador, consegui a travessia (MARAMAI), como dizia os soldados chineses em época de guerra manter a cabeça acima da água com altivez e orgulho de sua pátria.

Baseando-me nessa teoria dos soldados chineses, fiz um verãozinho mesmo sendo uma andorinha só.

O amistoso avisa que poucos conseguem o seu caminho sem ter uma boa base à (FAMÍLIA).

                                                     

Publicidade
Visitas
Tempo