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Arquivo para agosto, 2015

  No início é muito importante, mas quando é demasiadamente passa a ser solidão e aí, a natureza da pessoa esmorece, levando muitas vezes a depressão, por que sozinho não pode se expressar através das palavras que são tão importantes para os seres humanos se comunicarem verbalmente.

   Só os que ficam, sabem a dor da sua ausência na comunicação verbal e o bem que faz para a sua alma, permanecer vivendo sem pessoas próximas ou mesmo menos próximas é se distanciar da vida que um dia tivera com os próximos e os menos próximos, até que um dia a distancia separou essas proximidades, até ficar no anonimato sozinho no silêncio, são realmente momentos difíceis na vida de um ser humano é um viver sem viver, vive fingindo que vive, mais na verdade está morrendo a cada dia que vai passando silenciosamente como a noite sem luz.

   Bendito seja os que ficam acompanhados até na hora de sua morte.

                                AMÉM.

        Os meus pensamentos na minha inquietude me levam aos meus alfarrábios, para ditar o que nem eu mesmo sei o que estou escrevendo, será que eu já estou caducando e quero que as palavras ditem os meus pensamentos, ou são eles direcionando as palavras com sentido ou sem sentido, alguém poderá propalar que a esta hora da noite, o incansável Eremita já devia estar no seu sono mais profundo.

         Não sei, mas quando olho para o céu estrelado me fascina e fico a pensar, quem fez tanta beleza juntas como se fossem brilhantes iluminando o nosso mundo?

         Acredito que são poucas pessoas que param para apreciar esta natureza exuberante, são raras que veem, por que ainda não estão preparadas para enxergar as coisas belas e gratuitas, mais se fosse uma tela exposta para se pagar, teria muito mais valor.

      O criador deixou muitas belezas para o homem ver e preservar, mas estão ficando cegos antes do tempo, por que só olham o que fabricam por isso as cataratas estão chegando cada vez mais cedo.

    Acredito mesmo que a mente humana esta avançando, mas minha cabeça inquieta-se e com os meus alfarrábios, mesmo para dizer que céu estrelado é muito bonito de se ver.

céu estrelado

     Só que não, tem uns que nascem no mesmo seio familiar, mais quando se tornam adultos, parecem estranhos no ninho, receberam o mesmo amor e educação, “entretanto” parece um ser diferente, porque será? Eu é que não sei e você sabe?

     De onde viemos e o que já sabemos ou é uma utopia de pais e filhos, só por que nasceu no mesmo seio familiar e aí será que são irmãos ou vieram de mundos diferentes e se reuniram para dá a semente.

    Eu não sei, por que são tão diferentes? Até mesmo os familiares são surpreendidos, não estou querendo igualdade, mais tem uns que são demasiadamente diferentes em quase tudo por quê? Será, e quem pode explicar este mistério da vida que veio do antes, nunca vai haver total harmonia entre seres “humanos”, o amor incondicional é uma utopia, o que há são interesses mútuos que satisfaçam as suas necessidades.

                                         SIM OU NÃO?

    E nem régua e nem compasso, sair ou fui jogado pra fora do meu seio familiar antes do tempo, para encontrar o meu espaço.

   Lágrimas brotaram em minha face, ainda com uma idade de broto, sem pelo menos ter desabrochado para a vida dos maiores, mas enxuguei as lágrimas e sair como um barco a deriva a procura de um porto seguro, remei contra a maré por algum tempo até que a vela foi rasgada, sentir dor no peito, aonde vive um coração de menino que vai deixando para trás a sua liberdade, para ser apenas um broto que vai seguindo como  uma árvore pequena e sem frutos.

   O seu crescimento foi com a ajuda do tempo, por que ainda não tinha sido adubado como deveria ou como deve ser, no entanto a mãe natureza lhe acolheu e com o passar do tempo, veio à faculdade da vida, que apesar do tempo, cresceu e lhe deu bons frutos para a vida que segue o seu curso, a espera do fim de um broto que se tornou uma árvore frondosa com bons frutos, apesar do tempo e do espaço.

  Na verdade ele se camufla através das suas artimanhas, não sabendo que é percebido a todo instante que ele é mesmo irracional, apesar dos avanços, ele continua o mesmo ou pior do que no antes, por que ainda está bem distante da racionalidade.

   O bicho depois que raspou os pelos, aí é que ficou mais ainda na sua irracionalidade camuflada e perigosa, por que não tem mais limites, seja macho ou fêmea é só olhar pra ver, já estão cada vez tornando-se um bicho desconhecido, mesmo com o avanço da ciência. A fera voltou a sua caverna, só que agora com luz e outros apetrechos e vivendo na sua individualidade, e muitos vivem praticando atrocidades de toda espécie, dando a essa juventude exemplos que já vem a algum tempo repercutindo na sociedade, pois a educação doméstica é coisa do passado, “com raras exceções”.

  A superpopulação e a falta de investimento social é uma das causas para alimentar este animal que ando dizendo por aí, que o bicho é “humano” será? Acredito que ainda está muito longe para alcançar este estágio na evolução das espécies.

   Pois é: Andamos para trás como caranguejos, pensando que estamos indo para frente em relação ao o outro ou não? Apesar das conquistas realizadas pelos “humanos”, ainda estamos muito distante para reconhecer que o outro é você mesmo.

     As pessoas se iludem com ela, por que um dia pode desaparecer, mas toda regra tem uma exceção, no entanto quando não há conviver sem a convivência é como morrer antes do tempo, vivendo sempre na esperança de que ela se apresente por uns instantes para sentir a sua presença.

   Quando perdemos a convivência pelos anos já vividos, a dor ainda é maior, por que o desaparecimento não é só do menos próximos, mais também dos mais próximos e mais à frente, quando menos se espera, vem à frustração dos que conviveram e dependeram da convivência, por que ela envelheceu e não participa mais como no antes e aí vai ficando no anonimato sem nenhuma relevância nem mesmo pra dizer o que sabia ou o que sabe.

    O conviver é um interesse que perdura até onde há o que colher, quando a árvore não dá mais frutos, ninguém passa mais por perto, “a priori e a posteriori”, o ser “humano” é assim, é possível que haja uma exceção, mais a faculdade da vida, quando vai chegando mais perto do fim, a convivência desaparece sem deixar rastro, se já chupou a cana, pode queimar o bagaço, a árvore só serve quando pode dá a sombra, por que quando fica seca nem urubu senta.

 

convivência

  As possibilidades de serem impossíveis, nem sempre o impossível se eterniza na sua impossibilidade possível de ser.

   As barreiras do que era no antes e estavam de alguma maneira se tornando possível de se alcançar as coisas que estavam fora do alcance das pessoas e inimagináveis de acontecer no hoje já estão em suas mãos, apesar da distancia.

   O que pode se esperar do amanhã? Será que teremos limites ou o universo essa fronteira equidistante será um dia a nossa morada definitiva? O que pode ser utopia hoje, no depois poderá ser realidade, por que já vimos o antes acontecer no hoje e no amanhã, o que vai acontecer com a mente avançando demasiadamente para as coisas, não sei e nem você sabe e nem vai saber, mas pensa no que vai acontecer no depois, se será o fim ou o início de um novo recomeço para surgir novas vidas que valorize o outro que é você mesmo.

 

amanhecer

 

 

   Mais vou escrevendo para o deleite da minha alma, os meus alfarrábios sem a pretensão de que o meu dito possa alcançar os doutos que sabem, por que nada sei do que sabia.

   Mas, no mais profundo do meu ser, conforta e da prazer, para sorrir, e alegrar os meus constantes pensamentos, mesmo que seja para dizer uma mentira descarada, que o mundo é maravilhoso e que o homem é um bicho domesticado.

   Quero viver para ver cada vez mais para ver a beleza da natureza com o sol iluminando o nosso mundo e as estrelas brilhando nesses universos paralelos cada vez mais em expansão, o arco-íris com suas cores anunciando o pacto, quero ainda ver as flores anunciando várias primaveras, o canto dos pássaros trazendo a verdadeira música da natureza, para anunciar o retorno final de uma vida vivida para se eternizar no ser.

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